Aventure-se comigo...

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

SEXO VIRTUAL


Estava lendo as novas postagens dos blogs que eu acompanho e notei um assunto em comum: a dificuldade de se estabelecer relacionamentos satisfatórios nos dias de hoje. Parece que, a despeito de toda a facilidade que a internet trouxe, hoje é mais difícil encontrar alguém para um relacionamento mais sério do que antigamente, quando os casais se conheciam pessoalmente, olho no olho. 

E com a internet, veio o msn, a webcam e o tal do "sexo virtual". Confesso que não curto essa modalidade, não por moralismo, timidez ou coisa que o valha, mas, simplesmente porque acho uma forma PREGUIÇOSA de se relacionar - se é que podemos chamar de relacionamento um homem e uma mulher mostrando suas partes íntimas para uma câmera, fazendo caras e bocas.

Para os homens, que são mais visuais, parece-me ser mais atraente esse tipo de conexão à distância. Seria, assim, uma maneira de economizar com revistas masculinas para buscar inspiração, além do apelo de ser uma atividade ao vivo e interativa. Para mim, no entanto, com todo o respeito aos que apreciam essa modalidade, o sexo virtual é um "desserviço à humanidade". Nada substitui o toque, a pele, o cheiro, o gosto, o calor de se estar com alguém. 

Minha sugestão fica para os homens: deixem de ser preguiçosos e acomodados, a curiosidade de se ver uma mulher na webcam jamais deveria substituir o desejo de tocá-la e conhecer seus segredos e encantos que só a presença física é capaz de proporcionar. Menos preguiça e mais atitude, meninos!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

MELHOR TERAPIA PARA O ESTRESSE É SEXO

"Sexo é o tranqulizante mais seguro. É 10 vezes mais eficiente do que Valium"

Agora já tenho a perfeita justificativa para aproveitar sem culpa: não engorda, não faz mal à saúde e não é pecado. 
Minha médica prescreveu uma hora de atividade lúdica, todos os dias, para diminuir meu nivel de estresse. Afinal, faz dois anos que eu não tenho uma semana se sossego, sem que um problema caia na minha cabeça igual a um tijolaço.
À beira da exaustão emocional e mental, faço terapia, tomo antidepressivo e estou procurando cuidar mais de mim, dedicando a mim mesma uma hora diária  de diversão.
Vale cinema, artesanato, dança, música. Mas, eis que surgiu em momento apropriado Mr. A, um "remédio" irresistível, cheiroso, sem contra-indicações e ... ai meus sais...abençoado com uma barriga tanquinho. Ele deveria vir com uma tarja preta, com a advertência para ser consumido com moderação. Será que corro o risco de overdose?
Das duas, uma. Ou eu vou ficar curada, ou morro de vez.